quarta-feira, abril 18, 2007

300

Esta rebelião contra a Microsoft bagunçou minha vida. Até esqueci de comentar sobre o filme “300”, que assisti semana passada.
Os fãs de histórias em quadrinhos (HQ) gostam cada vez mais de cinema. Além da profusão de filmes sobre heróis dos quadrinhos – Superman, Batman, Motoqueiro Fantasma, HomemAranha, X-men, Fantasma, etc – agora o cinema absorve a própria técnica visual dos quadrinhos. Exemplos marcantes são os filmes Sin City e este 300.
O capricho visual é excepcional e as tomadas em câmara lenta dão um efeito de quadro a quadro na ação, como se olhássemos um revista. Fugindo da técnica hiper-realista, na qual o que é artificial é feito de tal forma a parecer real (vide Aslam, o leão, em Nárnia), estes filmes fazem tudo parecer irreal, como se tivéssemos, tal como Alice no país das maravilhas, entrado em outro mundo, numa revista de HQ. O resultado é um grande impacto dos personagens sobre o espectador, apesar dele saber que tudo é irreal. A minha reação, vendo Xerxes, Leônidas e as lutas, foi “nossa!!!”.
Quanto aos aspectos históricos e filosóficos apresentados no filme, seria necessário mais espaço e deixo para outro blogueiro – quem se habilita? - fazê-lo.
Se voce gosta da arte cinematográfica, vale a pena assistir 300...

2 comentários:

Lou Mello disse...

Seguirei seu conselho, assim que o encontrar (o filme).

Chris disse...

Teve um comentarista de cinema que falou bem, mas há um cena em que Rodrigo Santoro desce de um local, que o fez lembrar uma alegoria de escola de samba. Achei o comentário engraçado.
Vou ver tão logo puder, mas mal consigo chegar aos blogs amigos.
Ai, Jesus!!